Patrono da Boa Morte
Ficha do Documento
Tipo
Título Oficial
Data
—
Autor
Magistério da Igreja
Título original
Papa Leão XIII, Quamquam Pluries (1889)
Tese central
José morreu nos braços de Jesus e Maria — a morte mais feliz da história humana. Por isso a Igreja o invoca para obter a graça de uma morte santa.
A tradição piedosa ensina que São José morreu nos braços de Jesus e Maria — a morte mais abençoada que um ser humano pode ter. Morrer com o Autor da Vida de um lado e a Medianeira de todas as graças do outro é o ideal que todo cristão almeja.
Os Evangelhos não registram a morte de José, mas sua ausência nos relatos da vida pública de Jesus sugere que faleceu antes do início do ministério. A tradição situa sua morte quando Jesus tinha entre 18 e 29 anos, provavelmente em Nazaré.
Papa Leão XIII, na Quamquam Pluries, colocou São José entre os patronos especiais da hora da morte: 'É de grande piedade e utilidade invocar com frequência São José, e especialmente no artigo da morte, para que ele, que foi privilegiado com a morte mais feliz, esteja presente a nós e nos obtenha a graça de morrer bem'.
A Litania de São José invoca-o como 'Patrono da Boa Morte' e 'Terror dos Demônios' — os dois títulos estão unidos: quem afugenta o demônio em vida, afugenta-o na hora decisiva da morte.
Para o devoto, invocar São José na agonia é confiança teologicamente fundamentada. Ele que viveu na presença de Jesus e Maria sabe conduzir as almas a eles no momento supremo.
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Fontes
Ordenadas por autoridade doutrinal
- Quamquam Pluries
Papa Leão XIII · Magistério
Litania de São José
Evangelho segundo São João

